sexta-feira, 24 de maio de 2013

Defendemos 100% dos Royaties do Petróleo para a Educação




Por: Jhonathan Lima

Jhonathan Lima
O Brasil vem passando por grandes transformações nos últimos anos, o modo de vida dos brasileiros evoluiu, milhões de pessoas ascenderam a novas classes sociais, tiveram acesso a bens de consumo, realizaram o sonho da casa própria e em especial os jovens puderam realizar o sonho de ingressar na Universidade.

Esse grande momento da nossa história, deve-se a grandes investimentos realizados pelo Governo Federal em obras estruturantes e novas posturas no mercado comercial, que possibilitou a geração de empregos, o investimento em programas de transferência de renda que possibilitaram alavancar a economia e fazer do Brasil hoje uma das principais e mais sólidas economias do mundo. O desenvolvimento de uma nação pode e deve ser mensurado a partir dos investimentos em educação. Nos últimos anos o Brasil conseguiu avançar e quebrar barreiras históricas no que tange a expansão e o acesso as Universidades e os cursos de formação técnica. Programas como o REUNI, que expandiu as Universidades Federais, abrindo assim novas vagas, sobretudo no interior do país, a  criação de novos Institutos Federais (IF's), programas de acesso e permanência – FIES e PROUNI – Sistema de Seleção Unificada – SISU – que permite ao estudante concorrer a diversas vagas nas mais diferentes IES do Brasil, o programa de cotas sociais, que possibilita aos estudantes das camadas sociais inferiores concorrerem de igual à igual nos processos de seleção e que tem se mostrado extremamente eficaz, pois o índice de evasão dos estudantes cotistas, são bem inferiores aos não cotistas, dando assim novas cores, rostos e sonhos aos albúns de formatura, programas de bolsa de estudos aos alunos selecionados por cotas sociais, que permitirá ao estudante poder custear seus estudos.

O Brasil tem muito ainda a avançar e mais ainda para investir!. A Descoberta do petróleo, na camada do pré-sal e os investimentos que poderão ser feitos a partir da exploração dessa riqueza, será um “divisor de águas” na história do nosso país. O Coletivo Flores de Maio defende ampla e irrestritamente o investimento de 100% dos Royaties gerados pela exploração do petróleo na educação, para que possamos investir no desenvolvimento integral da pessoa humana, rompendo com as amarras de uma cultura elitista, conservadora e reacionária que ainda insiste em querer oprimir os negros, as mulheres, os jovens, os trabalhadores. Investir em educação é resolver os problemas de exclusão social, garantir uma nova perspectiva de vida, é poder dar aos cidadãos o direito de escolha, o direito de sonhar e poder realizar sonhos. Estes investimentos em educação será possível novos e melhores programas ao desenvolvimento da Educação no país, uma verdadeira revolução.

53º CONUNE HOMENAGEIA VINICIUS DE MORAIS, AUTOR DO HINO DA UNE


Poeta carioca que cantou a vida como nenhum outro deixou também sua marca no movimento estudantil
“A nossa mensagem de coragem é que traz um canto de esperança”, escreveram Vinicius de Moraes e Carlos Lyra em uma tarde de 1963. Hoje, 50 anos depois, o hino da UNE é celebrado pelos estudantes brasileiros que homenageiam neste 53º Congresso o centenário de Vinícius (1913 – 1980).
A ditadura militar (1964 a 1985) foi um período de grandes letras e músicas de protesto. A Bossa Nova marcava a época como um dos movimentos mais importantes da música brasileira. E foi nesse embalo que Carlos e Vinicius, dois expoentes da música ligados ao Centro Popular de Cultura (CPC) da UNE, imortalizaram a força e a voz dos estudantes.
O CPC era uma referência da década de 1960, um organismo vivo que movimentava a cultura no país e reunia intelectuais e artistas, grande parte deles engajados na luta contra o regime autoritário e repressivo e defensores do caráter coletivo na arte.
“Nós tínhamos ditadura militar, mas nós tínhamos resistência. As coisas aqui no Brasil eram feitas com harmonia, com melodias bonitas. Eram feitas com a intenção de, além do protesto, fazer arte”, destacou Carlos sobre o período.

100 anos do poetinha

Vinicius de Moraes foi poeta, compositor, diplomata, jornalista e dramaturgo. Sua obra não cabe em um só estilo ou em um só rótulo. Escreveu mais de 400 poemas, contos, crônicas e peças de teatro. Dos poetas brasileiros foi um dos mais traduzidos mundo afora.
Suas letras de amor e alegria, de tão populares, já são lugares comuns entre os brasileiros. Sua obra escrita reúne os mais bonitos e lembrados sonetos da nossa poesia. Do Soneto de Fidelidade, os versos “Que não seja imortal, posto que é chama / Mas que seja infinito enquanto dure”, são reconhecidos e reproduzidos mundialmente.
Apesar do estudo, da erudição e da convivência com a intelectualidade foi na exaltação do cotidiano, da alegria, da beleza, do amor e como compositor popular que ele decidiu viver.
E também como músico sua obra reverberou. Foi um dos responsáveis pela modernização da música popular brasileira em parcerias memoráveis com Tom Jobim, Baden Powel, Carlos Lyra, Toquinho, Edu Lobo. Com cada parceiro, uma nova faceta do poeta e a capacidade de se reinventar.
“Garota de Ipanema”, composta junto com Tom Jobim, é até hoje uma das músicas mais tocadas no mundo. Ainda da dupla, “Chega de Saudade”, tocada por João Gilberto, é tida como um marco na MPB, tanto na forma como na letra.
Vinicius se declarava o branco mais negro do Brasil. É na brasilidade, no refinamento erudito misturado às raízes do samba brasileiro, na paixão pelas mulheres e pelo nosso país que lembramos de sua obra que nunca mais terá fim.
 Cristiane Tada

UNE, OS 53 CONGRESSOS E AS CENTENAS DE DESAFIOS (1


Site elenca e revive os principais momentos dos Congressos históricos da entidade

A história da UNE se confunde com a do próprio Brasil no último século e no começo deste. Tanto que a entidade, no próximo mês, do dia 29 de maio ao dia 2 de junho, chega ao seu 53º Congresso (Conune) fortalecida, encarando de frente os desafios ao lado de centenas de milhares de jovens que sonham em transformar o Brasil em um país muito melhor. Para conquistar esse número, 53, a entidade passou por um turbilhão de acontecimentos políticos, sociais e econômicos.
Quem nunca estudou na escola o tão falado Congresso de Ibiúna, conhecido como o encontro interrompido de 1968? Ou ainda o Congresso que respirou novos tempos, o de reconstrução da entidade, em 1979, após uma ditadura envergonhada, escancarada, derrotada e encurralada? Foi a partir de um Congresso da UNE, em 1992, que o movimento “caras-pintadas”ganhou força e decidiu sair às ruas pelo impeachment do então presidente Fernando Collor de Melo.
Nas vésperas de acontecer mais um Conune, a maior instância do movimento estudantil brasileiro, quando é escolhida a nova diretoria da UNE e quando são decididos os rumos da próxima gestão, o site da entidade elenca e revive os principais momentos dos Congressos históricos.

1937, nasce a UNE

No dia 11 de agosto de 1937, na Casa do Estudante do Brasil, no Rio de Janeiro, o então Conselho Nacional de Estudantes conseguiu consolidar um grande projeto, já almejado anteriormente algumas vezes, de criar a entidade máxima dos estudantes, com representação nacional. Reunidos durante o encontro, os jovens batizaram a instância de União Nacional dos Estudantes. Desde então, a UNE começou a se organizar em congressos anuais e a buscar articulação com outras forças progressistas da sociedade. O primeiro presidente oficial da entidade foi o gaúcho Valdir Borges, eleito em 1939.
Os primeiros anos da UNE acompanharam a eclosão da segunda guerra mundial. Os estudantes brasileiros,  até então recém-organizados, tiveram ação política fundamental no Brasil durante esse processo, opondose desde início ao nazi-fascismo de Hitler e pressionando o governo do presidente Getúlio Vargas a tomar posição firme durante a guerra. Entraram em confronto direto com os apoiadores do fascismo, que buscavam maior espaço para essa ideologia no país.
No calor do conflito, em 1942, os jovens ocupam a sede do Clube Germânia, na Praia do Flamengo 132, Rio de Janeiro, tradicional reduto de militantes nazifascistas. No mesmo período, o Brasil entrava oficialmente na guerra contra o Eixo, formado por Alemanha, Itália e Japão. Naquele mesmo ano, o presidente Vargas concedeu o prédio ocupado do Clube Germânia para que fosse a sede da União Nacional dos Estudantes. Além disso, pelo decreto-lei n. 4080, o presidente oficializou a UNE como entidade representativa de todos os universitários brasileiros.

1968, Ibiúna e o Congresso interrompido

Foi em pleno feriado que uma enorme operação policial foi montada para desmantelar o que seria até então a última tentativa do movimento estudantil de organizar uma luta massiva contra a ditadura militar naquele explosivo ano de 1968, que acabou resultando na promulgação do Ato Institucional nº 5, o AI-5, decreto que intensificou a repressão política e formalizou os poderes da ditadura.
A entidade havia sido fechada durante o golpe de 1964 e, no dia 1º de abril, primeiro dia do golpe militar, sua sede nacional, localizada no Rio de Janeiro, fora incendiada pelos militares.
“A ditadura queria calar a voz da UNE e dos estudantes nas faculdades e nas ruas desde o golpe. Já havia montado a provocação que levou à ocupação e à destruição do prédio da Filosofia da USP na rua Maria Antônia, em São Paulo, usando uma minoria de estudantes de direita armados pelos DEOPS e com apoio do CCC (Comando de Caça aos Comunistas, uma organização paramilitar) para nos atacar e depois apresentar à sociedade como uma briga entre estudantes da USP e do Mackenzie. A repressão ao congresso segue esse caminho que levou ao AI-5, que liquidou todas as garantias constitucionais e acabou com todas as liberdades, institucionalizando a ditadura. O movimento estudantil era a vanguarda na luta contra a ditadura, mas foram as greves operárias de Osasco (SP) e Contagem (MG) que de fato assustaram os militares e a direita, que temiam a aliança dos estudantes com os operários e organizações da resistência à ditadura”,  relata ao site da UNE o expresidente da UEE-SP, José Dirceu.
Os estudantes se organizavam às escuras e a pacata cidade de Ibiúna, interior de São Paulo, com seus apenas seis mil habitantes na época, foi o cenário escolhido para dar continuidade a mais um capítulo histórico da entidade. Os jovens militantes decidiram se reunir clandestinamente para promover o 30º Congresso da entidade, em 12 de outubro de 1968.
O encontro foi interrompido e registrou uma das maiores operações de prisão em massa da história do Brasil:  os cerca de mil policiais da Força Pública e do DOPS destacados para invadir o lamacento sítio Murundu chegaram, à pauladas e pontapés, no dia do credenciamento dos estudantes.
Foram 920 presos, todos estudantes, na maioria universitários, vindos de todas as partes do país. Eles  não chegaram nem mesmo a concluir o Congresso. As lideranças do movimento estudantil também foram levadas: José Dirceu, até então presidente da UEE; Luís Travassos, presidente da UNE; Vladimir Palmeira, presidente da União Metropolitana de Estudantes; e Antônio Guilherme Ribeiro Ribas, presidente da União Paulista de Estudantes Secundaristas.
A prisão dos estudantes em Ibiúna não foi um acontecimento qualquer que passou desapercebido da população. E para a UNE, foi ainda mais marcante: o início de uma verdadeira batalha contra a repressão. Após o AI-5, as lutas estudantis entraram numa fase de refluxo, mas não deixaram de existir. Ainda em abril de 1969 realizou-se uma grande plenária nacional – considerada por todos como legítima continuadora do 30º Congresso da UNE. Nela, se elegeu uma nova direção na qual Jean Marc Von Der Weid  era o presidente. Os estudantes João de Paula, Helenira Resende, Ronald Rocha, Aurélio Miguel, Honestino Guimarães, Valdo Silva, Umberto Câmara, José Carlos da Mata Machado e Dora Rodrigues de Carvalho também foram escalados para representar a entidade.
A UNE continuou sua luta pelos direitos humanos, contra as prisões, as torturas e os assassinatos dos opositores ao regime até o fim. O ápice desse processo foram as manifestações públicas contra o assassinato do estudante da USP, Alexandre Vannucchi Leme, ocorrido em março de 1973.
Esta gestão heroica resistiu até o final 1973, quando, finalmente, foi destroçada pela repressão. Honestino Guimarães e Umberto Câmara foram sequestrados e mortos em outubro. No mesmo mês caíram os dirigentes estudantis José Carlos Mata Machado e Gildo Macedo Lacerda. Assim, em poucos dias, os principais dirigentes estudantis foram brutalmente assassinados. Ronald Rocha foi preso e torturado ainda em 1972.
Numa entrevista dada ao Portal Vermelho no fim de 2010, Ronald Rocha afirmou: “Nunca, porém, tomamos a decisão de cerrar as portas da entidade ou renunciar aos mandatos. Estou convencido de que essa atitude de resistência, sem capitulação e sem derrota definitiva, facilitou a reorganização da entidade máxima dos estudantes brasileiros alguns anos depois, sem uma lacuna abissal que liquidasse a tradição e a memória coletivas”. Mesmo depois do seu desmantelamento, nos muros das universidades mutiladas, ainda podia se ler: “A UNE SOMOS NÓS!”.

1979, a reconstrução da UNE


O ano de 1979 foi de grandes mudanças no cenário político brasileiro. Nesse período, a ditadura começou a mostrar sinais de derrota, o que antes parecia aos leigos um avanço governamental com o milagre econômico e o sucesso da seleção brasileira de futebol.
Depois de 15 anos, a UNE, entre duras penas, tentou voltar a legalidade por meio do 31º congresso da entidade. A realização do encontro trouxe para o país a esperança da existência de uma democracia política de fato. Diversos setores da sociedade foram mobilizados pela possibilidade de esperança, de um país melhor, de uma nação democrática, de liberdade de expressão, dentre muitos outros sentimentos que os brasileiros tiveram que guardar por muitos anos.
Os jovens conseguiram naquele momento adentrar em uma das muitas fendas que começavam a se abrir com a fragilidade do regime. A reconstrução da UNE foi um período de transição democrática e da conquistas de espaços, que naquele momento eram influenciados por movimentos de juventude de todo o mundo.
O Congresso da reconstrução da UNE foi aberto pelo então presidente da entidade, José Serra. O encontro foi realizado no dia 30 de maio de 1979, no Centro de Convenções da Bahia e reuniu cerca de 8 mil estudantes de todo país.
 “Pode-se dizer que a conquista do seu 31º congresso e a luta contra a ditadura militar definiu o poder de organização da entidade. A reconstrução da UNE foi, sem dúvida, uma conquista fundamental do movimento estudantil, colocando em pé novamente sua organização nacional, sufocada pela ditadura militar”, afirmou José Serra em entrevista à revista Rolling Stones.
Na próxima segunda-feira, 27 de maio, o site da UNE irá publicar a segunda parte do especial sobre os principais congressos da entidade. Não deixe de conferir como foi o início do movimento dos caras pintadas em 1992, a participação de Fidel Castro em 1999 e a presença de Lula já nos 2000.
Patricia Blumberg

FORA DO EIXO E DENTRO DO BOLSO: DICAS SOBRE GOIÂNIA



Destaque do Bosque dos Buritis na coluna especial sobre Goiânia, rumo ao 53º Congresso da UNE

A coluna hoje está no ritmo do 53º Conune, por isso as dicas são todas da capital de Goiás. O site da UNE foi atrás dos goianos para saber o que é que Goiânia tem? A cidade é relativamente nova, fez 80 anos no ano passado. As principais atrações são os parques e os inúmeros bares e botecos. Tá querendo mais? Então vamos para Goiás!

Para passear

O que? Bosque dos Buritis – Unanimidade na indicação dos goianos da UNE o bosque fica no centro da cidade ao lado da Assembléia Legislativa. Tem dois lagos e é um espaço bem arborizado, ótimo pra fazer uma caminhada ou relaxar em uma tarde. Lá também se pode encontrar pequenos animais como pássaros e micos, além de um ambiente calmo para se ler livros, namorar, ou fazer um lanche com os amigos. Dentro do Bosque fica ainda o Museu de Arte de Goiânia  (aberto de segunda a sexta-feira das 8:00 às 12:00 e das 13:30 às 18:00). A dica ao passear por lá é conferir na entrada principal o monumento de homenagem aos anistiados políticos do estado de Goiás.
O que? Parque Areião na região Sul, tem também um lago e um espaço amplamente arborizado, além de exposições culturais e uma grande pista de caminhada;
O que? Parque Vaca Brava, em frente ao Goiânia Shopping é um parque mais aberto com um grande lago no centro, e que tem ao redor uma grande variedade de bares;
O que? Parque Flamboyant que fica a aproximadamente 200 metros do Shopping Flamboyant, é um grande com espaços abertos e outros arborizados, também com um lago no centro, além de ter um Jardim Japonês bem gracioso.

Bares com música

Quintas, sextas e sábados acontecem eventos de rock e discotecagem alternativa em alguns “pubs”, locais com ambiente fechado para música e um ambiente externo com mesas para papear. Seguem alguns destaques:
O que? Diablo. Onde? R. 91, 632 St. Sul. Quanto? de R$10 a 30.  Informações: facebook.com/DiabloPub
O que? Metropolis. Onde? Avenida 83 n 372 setor sul. Quanto? R$ 15 a 30.  Informações: facebook.com/metropolisgoiania
O que? El Club. Onde? Rua 115 , 1.038 – Setor Sul. Quanto? R$ 10 a 30. Informações: facebook.com/ClubElClub?filter=1
O que? Samba ao vivo, no sábado no Bar e Confraria Gamboa. Onde? Rua 137, nº 218, Setor Marista. Quanto? Feijoada completa por R$ 42,90. Informações: facebook.com/confrariagamboa

Para papear

O que? Bar Glória. O lugar é conhecido pelo melhor chope da cidade. Onde? Rua 101 Nº 435 Setor Sul. Informações: bargloria.com.br

Shows

O que? Shows de MPB, Jazz, Rock e Blues. Onde? Goiânia Ouro – Café Cultura (Endereço: Rua 3 esquina com Rua 9, Centro) Quando? de terça à sexta MPB com Cláudia Garcia. Quanto? Entrada Franca. Informações: goianiaouro.com
O que? Balada sertaneja Santa Fé Hall. Onde? Avenida T-1 n.148, Setor Bueno. Mais informações: facebook.com/santafehall

Para comer

O que? Empadão goiano do Alberto no Mercado Municipal. Onde? Rua 3, 322 – sala 332, Mercado Central, Setor Central. Quando? 7h às 18h, sábado até 13h; domingo até 12h. Quanto? Preço: R$3,50 a R$3,85. Informações: facebook.com/empada.doalberto
O que? Pamonharia Frutos da Terra. Onde? Loja 01: Avenida T-11, 411, Setor Bueno. Loja 02: Avenida Perimetral, 2110, Setor Oeste. Informações: pamonhariafrutosdaterra.com.br
Agradecimentos ao Caio Barbalho, pres. UEE -GO e ao Iago Campos,  presidente do DCE da UFG.
Cristiane Tada